"O que penso sobre GLÚTEN" Dr Pedro Bastos- Lisboa/Portugal




O glúten é um conjunto de proteínas (glutelinas e prolaminas), encontrado no trigo (incluindo kamut e espelta), centeio e cevada, que, em pessoas geneticamente predispostas, poderá levar à Doença Celíaca, uma patologia autoimune que afeta o intestino delgado, causando vários sintomas (intestinais e extra-intestinais) e aumentando o risco de outras patologias. Para alguém diagnosticado com esta doença, a terapia globalmente aceite reside, assim, numa dieta totalmente isenta de glúten, mas antes de se iniciar a mesma é fundamental que tenha havido um adequado diagnóstico médico, dado que a adoção de uma dieta sem glúten poderá originar um falso diagnóstico negativo.

Além dos celíacos, outras pessoas também poderão ser afetadas pelo glúten. Nos últimos anos, várias linhas de investigação têm sugerido que existe uma outra entidade, presumivelmente mais prevalente que a Doença Celíaca, designada Sensibilidade ao Glúten Não Celíaca. O facto desta entidade estar ainda pouco estudada, quando comparada com a Doença Celíaca, tem gerado controvérsia em torno da mesma. A isto junta-se o facto do trigo (que é um dos principais cereais ingeridos na maioria dos países ocidentais) conter outras proteínas (como lectinas e inibidores dos enzimas alfa amilase e tripsina) e alguns oligossacáridos (existentes em vários alimentos de origem vegetal além do trigo) que poderão ser responsáveis por diversos efeitos adversos normalmente atribuídos ao glúten. Assim, o ideal seria que quem sofresse das alterações que se pensa serem características da Sensibilidade ao Glúten Não Celíaca (diarreia, obstipação, dor e inchaço abdominal, flatulência, dores articulares, dermatite, fadiga crónica e alterações neurológicas e psiquiátricas) recebesse um adequado diagnóstico para que o tratamento fosse personalizado, podendo este passar por uma dieta isenta de glúten e/ou de outros alimentos.

Isto suscita uma questão pertinente: porque é que alguém sem um diagnóstico de Doença Celíaca ou de Sensibilidade ao Glúten decide levar a cabo uma dieta sem glúten? 

Talvez porque exista alguma evidência que quer o glúten, quer as lectinas, quer os inibidores enzimáticos presentes no trigo, no centeio e cevada poderão, por mecanismos distintos, causar alterações imunológicas e hormonais adversas, que poderão estar na origem de algumas doenças (nomeadamente doenças autoimunes). Além disso, a maioria dos alimentos baseados em farinha de trigo apresentam uma elevada carga glicémica e são pobres em vitaminas e minerais (ou contêm fatores que dificultam a sua absorção), o que se pode revelar um problema se substituírem outros alimentos mais ricos do ponto de vista nutricional, como é o caso das hortaliças, fruta e tubérculos. 

Outra questão importante e que tem estado na ordem do dia, à luz de alguns estudos observacionais recentes que foram alvo de grande destaque por parte dos meios de comunicação social, é: quais os “perigos” de uma dieta isenta de glúten?

A resposta correta poderá ser: 

A) nenhum “perigo” e até vários benefícios

B) vários “perigos“, dependendo das escolhas feitas.

Não devemos esquecer que um rótulo “gluten-free” não é garantia de saudável e que muitas alternativas aos alimentos com glúten existentes no mercado não passam de alimentos processados com alto teor de açúcar e de gordura (normalmente gorduras hidrogenadas ou óleo de palma) e tendo como base farinha de cereais (sem glúten) refinados e com elevada Carga Glicémica. Além disso, vários alimentos e bebidas que não deveriam ser incluídos (pelo menos de forma regular) na nossa dieta são naturalmente “gluten-free”, como é o caso das batatas fritas, de vários refrigerantes e bebidas alcoólicas e de diversos cereais refinados (com elevada carga glicémica e reduzido teor de fibra). Este facto pode, só por si, explicar os possíveis efeitos adversos de uma dieta com restrição ou redução do teor de glúten observados em alguns estudos.

Assim, uma dieta isenta de glúten pode ser adequada ou inadequada, dependendo das escolhas que se fazem. Se por um lado muitas opções sem glúten disponíveis no mercado são pouco ou nada saudáveis, por outro existem diversos alimentos naturalmente isentos de glúten, que são até mais ricos em fibra, vitaminas, minerais e fitoquímicos que os cereais com glúten (estejam os mesmos na sua versão integral ou não), como é o caso das hortaliças, fruta, oleaginosas e tubérculos.

www.fenacelbra.com.br

A Doença Celíaca associada a distúrbios psiquiátricos na infância


Perfeito! O que falo para muitos amigos e pais. Um psicólogo pode ajudar a superar e a encarar de uma forma mais leve.
Faz parte do tratamento multidisciplinar da Doença Celíaca!

J Pediatr. 2017 maio; 184: 87-93.e1. Doi: 10.1016 / j.jpeds.2017.01.043. Epub 2017 7 de março.
Butwicka A 1 , Lichtenstein P 2 , Frisén L 3 , Almqvist C 4 , Larsson H 5 , Ludvigsson JF 6 .
Celiac Disease Is Associated with Childhood Psychiatric Disorders: A Population-Based Study.

Tradução: Google / Adaptação : Raquel Benati




RESUMO

Crianças com doença celíaca e seus irmãos foram seguidas neste estudo de coorte sueco para avaliar a associação entre doença celíaca e distúrbios psiquiátricos na infância. Crianças com doença celíaca apresentaram um risco 1,4 vezes maior de transtornos psiquiátricos no futuro em comparação com a população em geral. Além disso, a doença celíaca na infância mostrou ser um FATOR DE RISCO para transtornos do humor, distúrbios de ansiedade, transtornos alimentares, distúrbios comportamentais, TDAH, distúrbios do espectro  autista (TEA) e deficiência intelectual. As crianças com doença celíaca também eram MAIS PROPENSAS do que a população em geral a terem um diagnóstico de transtorno de humor, alimentar ou comportamental ANTES do diagnóstico de doença celíaca. No entanto, irmãos de crianças com doença celíaca não demonstraram risco aumentado de transtornos psiquiátricos.

A doença celíaca em crianças está associada a um risco aumentado de transtornos psiquiátricos, o que provavelmente é explicado pelos efeitos biológicos e / ou psicológicos da doença.

OBJETIVOS
Para determinar o risco de transtornos psiquiátricos na infância em crianças celíacas, foi avaliada a associação entre transtornos psiquiátricos anteriores e doença celíaca em crianças e investigado o risco de transtornos psiquiátricos infantis em irmãos de celíacos.

DESIGN DE ESTUDO
Este foi um estudo de coorte coincidente baseado em registro nacional na Suécia com 10.903 crianças (com idade inferior a 18 anos) com doença celíaca e 12.710 de seus irmãos. Nós avaliamos o risco de transtornos psiquiátricos da infância (qualquer transtorno psiquiátrico, transtorno psicótico, transtorno do humor, transtorno de ansiedade, transtorno alimentar, uso indevido de substâncias psicoativas, transtorno comportamental, transtorno de hiperatividade com déficit de atenção [TDAH], distúrbio do espectro autista [TEA] e capacidade intelectual). A possibilidade de transtornos psiquiátricos futuros em crianças com doença celíaca e seus irmãos foram estimados pela regressão de Cox. A associação entre diagnóstico prévio de transtorno psiquiátrico e doença celíaca atual foi avaliada por regressão logística.

RESULTADOS
Em comparação com a população em geral, crianças com doença celíaca apresentaram um risco 1.4 vezes maior de transtornos psiquiátricos futuros. A doença celíaca da infância foi identificada como um fator de risco para distúrbios do humor, distúrbios de ansiedade, transtornos alimentares, distúrbios comportamentais, TDAH, TEA e deficiência intelectual. Além disso, um diagnóstico prévio de transtorno de humor, alimentar ou comportamental foi mais comum antes do diagnóstico de doença celíaca. Em contrapartida, os irmãos dos celíacos não apresentavam risco aumentado de qualquer dos transtornos psiquiátricos investigados.

CONCLUSÕES
Crianças com doença celíaca correm maior risco para a maioria dos distúrbios psiquiátricos, aparentemente devido aos efeitos biológicos e / ou psicológicos da doença celíaca.

http://dietasemgluten.blogspot.com.br/2017/06/a-doenca-celiaca-associada-disturbios.html



Revisão atualizada da doença celíaca , osteoporose e osteopenia

A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica, caracterizada por massa óssea reduzida e deterioração microarquitetural
do tecido ósseo, determinando a fragilidade óssea e o aumento do risco de fraturas. A osteoporose secundária, que ocorre
devido a desordens inflamatórias crônicas do trato gastrointestinal, tem sido cada vez mais identificada. Dentre as patologias
que determinam a osteoporose secundária, enfatiza-se a doença celíaca, enteropatia inflamatória crônica do intestino delgado,
imunomediada, que predispõe à redução da massa óssea e a alterações no metabolismo do cálcio, resultando em osteomalácia,
osteoporose e raquitismo. O objetivo deste estudo é fazer uma revisão atualizada dos dados já publicados sobre a associação
de osteoporose e doença celíaca. Foi realizada revisão bibliográfica com as palavras-chave: doença celíaca, densidade mineral
óssea e osteoporose, na base de dados Pub Med e Medline, referentes ao período de 1975 a 2009, e foram selecionados artigos
relevantes. Foi observado pelos autores que atualmente ainda não há consenso sobre quando realizar a pesquisa de osteoporose
em indivíduos com diagnóstico de doença celíaca.


Durante a última década, a osteoporose, secundária às desordens inflamatórias crônicas do trato gastrointestinal, tem sido cada vez mais reconhecida. Dentre essas desordens patológicas, chama atenção a doença celíaca, que predispõe à redução da massa óssea e a alterações no metabolismo do cálcio, resultando em osteomalácia, osteoporose e raquitismo. A osteopenia e a osteoporose são achados comuns em pacientes com doença celíaca, sendo, por vezes, as únicas manifestações da doença em indivíduos acometidos por esta patologia.17 Recentes estudos demonstraram que entre 40 e 70% dos pacientes com doença celíaca tem osteopenia e que a osteoporose ocorre em mais da metade.18,19,20 A prevalência de doença celíaca é também muito mais alta em pacientes com osteoporose (3,4%) do que nos indivíduos não osteoporóticos (0,2%)...
Vejam a literatura completa aqui

SENSIBILIDADE AO GLÚTEN E SEU CÉREBRO

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SENSIBILIDADE AO GLÚTEN E SEU CÉREBRO:

Por Dr. Jockers (Tradução direta do google)
Glúten é a molécula de proteína comum encontrada no trigo, cevada, centeio,aveia e malte . Glúten é uma proteína de armazenamento pegajosa que se liga à parede intestinal pequena, onde muitas vezes provoca distúrbios do sistema digestivo e imunológico. Sensibilidade ao glúten é uma epidemia que é um fator importante em doenças inflamatórias do intestino , o sistema imunitário, da pele e do sistema nervoso .
A intolerância ao glúten está altamente associada a distúrbios inflamatórios de todos os tipos ( 1 ) . É também um fator contribuinte em muitas doenças auto-imunes como a doença celíaca, artrite reumatóide, diabetes tipo I, distúrbios neurológicos, tireoidite de Hashimoto, cardiomiopatia auto-imune, linfoma e dermatite herpetiforme (doença da pele), entre outros ( 2 , 3 , 4 , 5). ) . Também está associada como um fator contribuinte na asma , alergias e eczema ( 6 , 7 )




Glúten e o cérebro:
Estudos têm encontrado associações entre a sensibilidade ao glúten e distúrbios em todas as partes do sistema neurológico, incluindo o cérebro, medula espinhal e nervos periféricos. Glúten é um gatilho significativo em transtornos psiquiátricos, distúrbios do movimento, ganglionapatia sensorial, ataxia, neuromielite, esclerose múltipla , doença cerebelar, comprometimento cognitivo, demência, síndrome de pernas inquietas, enxaquecas, apraxia, neuropatia, mioclonia, perda auditiva e virtualmente todos os outros transtornos neurológicos ( 8 , 9 ).
Para muitos indivíduos lá sistema imunológico fica tão sobrecarregado de sensibilidade ao glúten e outros desafios ambientais como toxinas, parasitas , deficiências de vitamina D3 e trauma que eles podem ter reações imunes graves que últimos meses após uma exposição provocada.
Isso significa que consumir glúten em um dia pode causar um ataque inflamatório que poderia durar 2-3 meses depois. É por isso que é tão crítico para ser tão rigoroso quanto possível ao evitar glúten e outros irritantes inflamatórios.
A complexidade da sensibilidade ao glúten:
Glúten é composto de uma porção pegajosa chamada glutenina e uma porção de proteína chamada gliadina . Gliadina pode ser dividido em alfa, ômega e gamma gliadins. A maioria dos testes de laboratório só olha para alfa gliadina anti-corpos, mas este é apenas um compenent muito pequeno da molécula total. Muitas vezes este laboratório volta negativo, mas o indivíduo está reagindo a alguns dos outros componentes da molécula de glúten.
A glutenina dá força e elasticidade à massa de trigo e é muito comumente utilizada no processo de cozimento para estas características desejáveis. Muitas pessoas têm reações graves a esta molécula, mas nunca aparece no teste básico anti-corpo gliadina .
A indústria de processamento de alimentos muitas vezes desamida a molécula de gladina para torná-la solúvel em água. A gliadina desamidada demonstrou desencadear respostas imunitárias graves em muitos indivíduos. Isso nunca testa os anti-corpos de gliadina.
Lectinas podem ser compostas com sensibilidade ao glúten:
Grãos, nozes e legumes também contêm lectinas que ligam açúcares e carboidratos juntos. Eles são referidos como moléculas de aglutinina de germe de trigo (WGA) no trigo. As moléculas de WGA têm demonstrado desencadear reações imunes e suas maiores concentrações são encontradas em trigo integral e trigo germinado ( 10 ).
A pesquisa mostrou que as moléculas de WGA podem passar através da barreira do sangue-cérebro e anexar a bainha de mielina que é o revestimento protetor do nervo ( 11 ). Lectinas inibem o fator de crescimento nervoso que afeta a capacidade dos nervos para curar e reparar de forma eficaz. Muitas pessoas nunca testar positivo para um alérgeno glúten ainda têm sensibilidade WGA que está causando graves problemas inflamatórios em seu corpo.
Opióides baseados em glúten:
Quando o corpo metaboliza o glúten, ele cria opióides na forma de gluteomorfina. Um pode ter um exame de sangue para ver se o corpo produz anticorpos para gluteomorfina e o bloco de construção prodynorfina. Quando alguém tem uma sensibilidade aos opióides ir sem glúten pode causar graves sintomas de abstinência que são semelhantes a sair de drogas opióides, como a heroína ( 12 ).
Estes sintomas incluem depressão , alterações de humor loucas, náuseas e vômitos, bem como atividade intestinal anormal. Isso geralmente pode durar de vários dias a semanas.
Reatividade Cruzada Imunologia:
A reatividade imune cruzada acontece quando o sistema imunológico confunde uma proteína com outra. A proteína do glúten é similar às estruturas da proteína no sistema nervoso e no tecido da tireóide. Quando o corpo cria anti-corpos para o glúten também pode produzir anti-corpos para o próprio tecido do corpo nervoso ou tiróide. Este efeito de reação cruzada leva a danos ao cérebro , tireóide e outros tecidos neurológicos quando o indivíduo consome qualquer coisa, mesmo com o menor pedaço de glúten.
O melhor teste para a reatividade cruzada do glúten é o ELISA. Este é um exame de sangue em que o sangue é colocado em um prato com vários tecidos neurológicos e mais tarde inspecionados para uma resposta imune. Se a resposta imunitária é elevada, é evidência de tal resposta imunológica de reacção cruzada.
A área mais comum de reatividade cruzada é através de uma família de proteínas localizadas em neurônios chamados sinapsina. Estas proteínas ajudam a regular a libertação do neurotransmissor. Isso é mais comum no cerebelo, que pode causar problemas com vertigens, controle motor, equilíbrio e ansiedade .
Transglutaminase AutoImmunidade:
Transglutaminases são enzimas encontradas em todo o corpo que ligam proteínas em conjunto e eles também são fundamentais para a digestão do trigo. Transglutaminase-2 (TG-2) é encontrado no revestimento intestinal e anti-corpos para TG-2 são um marcador para a doença celíaca ( 13 ). Transglutaminase-3 (TG-3) são encontrados na pele e anti-corpos podem levar a acne crônica, eczema e dermatite. Transglutaminase-6 (TG-6) é encontrado em todo o sistema nervoso central e formação de anticorpos leva a distúrbios neurológicos ( 14 ).
As enzimas transglutaminase também são usadas pela indústria de alimentos para tenderize a carne para prender carnes processadas junto em formas específicas. Indivíduos com reatividade transglutaminase teria reações significativas quando eles consomem essas carnes processadas também.
Glúten e a Barreira Sangue-Cérebro:
A reação inflamatória ao glúten deteriora o revestimento fino que protege o cérebro de patógenos e toxinas ambientais. Isso só aumenta as reações auto-imunes e danos inflamatórios crônicos no cérebro. Isso também cria um caminho para metais pesados ​​como o alumínio para entrar no cérebro. As placas amilóides de alumínio são classicamente encontradas no lobo temporal com a doença de Alzheimer ( 15 ).

O Glúten Completo Triagem Anti-Corpo:
Os seguintes fatores devem ser testados antes de qualquer pessoa deve pensar sobre o consumo de glúten contendo alimentos:
Gliadina - Alfa, Omega e Gama
Glamadina desamidada
Germe de trigo Agglutin (WGA)
Gluteomorfina e Prodinorfina
TGA-2, TGA-3, TGA-6
* Este é o Wheat / Gluten Proteome Sensibilidade e Autoimmunidade Painel através Cyrex Labs * Oferecemos este teste em DrJockers.com aqui
Fontes de glúten:
Trigo soletrado cevada Kamut Rye
Aveia (exceto de uma fazenda de aveia sem glúten)
Alimentos suspeitos de reação cruzada com glúten pelo sistema imunológico:
Alfa Caseína
Beta Caseína A1
Milho
Aveia
Levedura de café instantânea
Soja de gergelim
Amendoim, ovo, proteína, arroz, canola
Chocolate de leite
Proteína de soro de leite
Batata de milho
Fontes escondidas de glúten:
Alimentos Modificados Emulsificantes Alimentares Estabilizadores de Alimentos
Artificial Food Coloring Malt Extract Dextrinas Clarifying Agents
Comumente negligenciado Fontes de glúten:
Condimentos Processados ​​(ketchup, mostarda e molhos de salada)
Deli Meats Beer Molho de Soja Imitation Caranguejo Shampoos
Indo para além de sem glúten:
Para a maioria dos indivíduos com uma intolerância ao glúten ir sem glúten sozinho não é suficiente. Clinicamente, vejo muitos desses indivíduos fazer melhor indo sem glúten, mas eles continuam a ter lutas digestivas e neurológicas até que eles removem grãos, legumes, a maioria dos produtos lácteos (leiteria fermentada crua de vacas A2 beta caseína produzindo é geralmente tolerável) e nozes. Isto remove as lectinas que podem ser muito inflamatórias para indivíduos com sistemas digestivos comprometidos e desequilíbrios imunológicos.
Muitas vezes, esses indivíduos têm sistemas digestivos gravemente comprometidos de anos de ataque inflamatório sobre as vilos do intestino delgado. Muitos destes indivíduos necessitarão fazer uma limpeza de intestino avançada para superar estes danos.
Fontes para este artigo incluem:
Farnetti S, Zocco MA, M Garcovich, Gasbarrini A, Capristo E. Transtornos funcionais e metabólicos na doença celíaca: novas implicações para o tratamento nutricional. J Med Food. 2014 Nov; 17 (11): 1159-64. PMID: 25072743
Severance EG, Yolken RH, Eaton WW. Doenças auto-imunes, distúrbios gastrointestinais eo microbioma na esquizofrenia: mais do que um sentimento intestinal. Schizophr Res. 2014 Jul 14. pii: S0920-9964 (14) 00319-3. PMID: 25034760
Troncone R, Discepolo V. Doença celíaca e auto-imunidade. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2014 Jul; 59 Suppl 1: S9-S11. PMID: 24979198
Cohn A, Sofia AM, Kupfer SS. Diabetes tipo 1 e doença celíaca: sobreposição clínica e novos conhecimentos sobre a patogênese da doença. Curr Diab Rep. 2014 Aug; 14 (8): 517. PMID: 24952108
Valentino R, Savastano S, M Maglio, Paparo F, F Ferrara, Dorato M, Lombardi G, Troncone R. Marcadores de doença celíaca potencial em pacientes com tireoidite de Hashimoto. Eur J Endocrinol. 2002 Abr; 146 (4): 479-83. PMID: 11916614
A análise MS (E) -proteômica de gliadinas e gluteninas em grãos de trigo identifica e quantifica proteínas associadas à doença celíaca e à asma do padeiro. J Proteômica. 2013 Nov 20; 93: 65-73. PMID: 23268118
Ohlsen BA. Acupuntura e uma dieta sem glúten aliviar urticária e eczema em um caso de dermatite herpetiforme não diagnosticada e doença celíaca atípica ou extraintestinal: um relato de caso. J Chiropr Med. 2011 Dec; 10 (4): 294-300. PMID: 22654688
Gorelick PB. Papel da inflamação no comprometimento cognitivo: resultados de estudos epidemiológicos observacionais e ensaios clínicos. Ann NY Acad Sei. 2010 Oct; 1207: 155-62. PMID: 20955439
Prakash A, Kumar A. Implicando o papel do licopeno na restauração de enzimas mitocondriais e níveis de BDNF em β-amilóide induzida doença de Alzheimer. Eur J Pharmacol. 2014 Oct 15; 741: 104-11. PMID: 25066110
Sollid LM, Kolberg J, Scott H, Ek J, Fausa O, Brandtzaeg P. Anticorpos para a aglutinina de germe de trigo na doença celíaca. Clin Exp Immunol. 1986 Jan; 63 (1): 95-100. PMID: 3754186
Broadwell RD, Balin BJ, Salcman M. Percurso transcitótico para a proteína transportada pelo sangue através da barreira hemato-encefálica. Proc Natl Acad Sci USA A. 1988 Jan; 85 (2): 632-6. PMID: 2448779
Huebner FR, Lieberman KW, Rubino RP, parede JS. Demonstração de alta atividade de tipo opióide em peptídeos isolados a partir de hidrolisados ​​de glúten de trigo. Peptídeos. 1984 Nov-Dec; 5 (6): 1139-47. PMID: 6099562
Kumar V, Jarzabek-Chorzelska M, Sulej J, Rajadhyaksha M, Jablonska S. Transglutaminase tecidual e anticorpos endomisiais - marcadores diagnósticos de enteropatia sensível ao glúten em dermatite herpetiforme. Clin Immunol. 2001 Mar; 98 (3): 378-82. PMID: 11237562
Hadjivassiliou M, Aeschlimann P, Sanders DS, Mäki M, Kaukinen K, Grünewald RA, Bandmann O, Woodroofe N, Haddock G, Aeschlimann DP. Transglutaminase 6 no diagnóstico de ataxia de glúten. Neurologia. 2013 7 de maio; 80 (19): 1740-5. PMID: 23576621
Exley C, Vickers T. Alumínio cerebral elevado e doença de Alzheimer de início precoce em um indivíduo ocupacionalmente exposto ao alumínio: um relato de caso. J Med Case Rep. 2014 Feb 10; 8: 41. PMID: 24513181
Fontes adicionais para este artigo:
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Glúten e POTS (Síndrome da Taquicardia Postural Ortostática)

Uma condição que provoca fadiga e tontura pode estar ligada a Doença Celíaca e Sensibilidade ao Glúten

Por Amy Burkhart, MD, RD
Tradução: Google / Adaptação: Raquel Benati





Os principais sintomas de POTS incluem o seguinte:

- Fadiga
- Ansiedade
- Intolerância ao exercício
- Dores musculares
- Manchas ou descoloração nas pernas
- Falta de ar
- Tonturas
- Dor nas pernas ou pés
- Cérebro nebuloso (brain fog) - confusão mental
- Problemas digestivos
- Mãos ou pés frios
- Problemas de equilíbrio
- Náuseas
- Dores de cabeça
- Sudorese anormal
- Problemas Ginecológicos

Obs: Os sintomas podem piorar com o calor e após o banho.


Lola, que no passado tinha saúde e uma energia vibrante, agora com 28 anos estava cronicamente doente. Casada, vivendo com um consultor de TI do Vale do Silício, tinha uma  fadiga profunda que mal conseguia fazer a sua cama na parte da manhã. Permanentemente, por qualquer período prolongado de tempo, sentia dor em suas pernas e sua cabeça girava. Ela se sentia horrível. No entanto, apesar de várias visitas ao médico e numerosos exames, ninguém sabia o porquê.

A causa da aflição de Lola acabou por ser a Síndrome da Taquicardia Postural Ortostática (POTS), uma condição que afeta o fluxo de sangue através do corpo, resultando em fadiga, ansiedade e tonturas quando se está de pé (ereto). Os sintomas desaparecem depois que a pessoa deita.  Esse distúrbio permanece amplamente desconhecido para grande parte do público. No entanto, eu freqüentemente recebo paciente em meu consultório com este problema e sua prevalência parece estar aumentando.


Pesquisas recentes sugerem que POTS é de natureza autoimune. E de acordo com um estudo publicado no European Journal of Gastroenterology & Hepatology em dezembro de 2016, há uma associação potencial entre POTS e doença celíaca e sensibilidade ao glúten. No estudo, pesquisadores do Reino Unido descobriram que as pessoas com POTS tinham uma maior taxa de doença celíaca e relatados de sensibilidade ao glúten. 4% dos participantes do estudo com POTS tinham doença celíaca, em comparação com 1% da população em geral.

POTS pode ser mais comum naqueles com doença celíaca ou outras doenças autoimunes porque ter uma doença autoimune coloca você em maior risco de desenvolver uma segunda doença. Dado o aumento de doenças autoimunes em toda a população, podemos estar vendo a ponta do iceberg para esta condição pouco conhecida.

Mais sobre POTS


POTS ocorre quando há disfunção do sistema nervoso autônomo, que controla todas as coisas que acontecem "automaticamente" em nosso corpo, como pressão arterial, freqüência cardíaca e respiração. É a forma mais comum de uma classe de doenças conhecidas como distúrbios autonômicos / disautonomia.

Os sintomas geralmente ocorrem ou pioram quando um paciente está na posição vertical ou em pé. Eles ocorrem porque os vasos sanguíneos não funcionam corretamente para bombear o sangue de volta para o coração e o cérebro, fazendo com que o sangue se concentre nos pés e pernas. Devido a isso, as pessoas com POTS não diagnosticados podem se sentar ou agachar freqüentemente, elevar suas pernas enquanto sentados e preferem deitar-se em vez de sentar quando lêem ou trabalham. Subconscientemente adaptando, eles podem nem sequer saber que fazem essas coisas.

Os sintomas podem ser leves, como fadiga ou tontura, ou graves o suficiente para causar desmaio. A melhora ocorre com hidratação, idade e gravidez. As mulheres com POTS costumam dizer: "A gravidez foi a melhor época que já senti". Isso pode ser devido ao aumento do volume sangüíneo que ocorre durante a gravidez.

Porque os sintomas geralmente vem e vão, as pessoas com POTS tem bons e maus dias. Elas podem se sentir pior em tempo quente e depois de comer ou fazer exercício. Desidratação e estresse também podem ser desencadeadores.

Aparentando ter saúde normal, as pessoas com POTS podem experimentar anos de frustração, assim como bem intencionados profissionais médicos incorretamente atribuem seus sintomas a várias doenças ou problemas psicológicos. Diagnósticos comuns incluem síndrome de fadiga crônica, fibromialgia, ansiedade e TDAH.

POTS pode ser debilitante para as pessoas, impactando significativamente suas vidas no cotidiano. Muitos perdem seus empregos ou relacionamentos, pois eles lutam com a fadiga e outros sintomas.

Causa e tratamento


A causa do POTS é desconhecida, mas muitas pessoas descrevem seu início após uma doença viral, gravidez ou trauma. Pode estar relacionado a distúrbios do tecido conjuntivo e articulações soltas / hipermóveis, uma vez que estas condições podem impedir que os vasos sanguíneos funcionem normalmente. Existe provavelmente um componente genético; POTS geralmente ocorre em famílias.

Os indivíduos podem ser submetidos a vários testes para ajudar a diagnosticar POTS, incluindo testes de ritmo cardíaco, testes de função cardíaca, exames de sangue para descartar outras condições, um teste permanente que mede a freqüência cardíaca e pressão arterial após ficar de pé e um teste de mesa de inclinação. No teste de inclinação, o paciente é preso a uma mesa e, em seguida, submetido a vários ângulos de inclinação para ver se ser realizada em pé provoca uma diminuição da pressão arterial, um aumento da freqüência cardíaca ou tontura.

Diagnóstico de POTS é o primeiro passo para o bem-estar, uma vez que introduz um plano de tratamento. Hidratação adequada, modificações de estilo de vida e exercício estão na vanguarda do tratamento. Recomenda-se que os pacientes bebam dois litros de água diariamente, um tratamento simples que normalmente mostra resultados imediatos.

O exercício é a pedra angular da melhoria a longo prazo; ajuda a manter a vascularização e minimiza os sintomas. Enquanto a tolerância ao exercício é muitas vezes baixa inicialmente, melhora com paciência e perseverança e muitas vezes permite que uma pessoa possa reduzir ou interromper a medicação.

Meias de compressão (ou calças) podem ser uma saída barata para uma rápida melhora. A ingestão adequada de sal é importante. Os comprimidos de sal são usados ​​para ajudar a manter o estado do fluido. Os pacientes são orientados a evitar a permanência prolongada em pé;  elevar a cabeceira da cama ao dormir e para minimizar os medicamentos que dilatam os vasos sanguíneos. Técnicas de relaxamento diário são úteis, assim como evitar o álcool.

Alterações dietéticas, como comer refeições pequenas e freqüentes, remover glúten e laticínios e diminuir a ingestão diária de carboidratos, muitas vezes são úteis, dependendo do paciente. A cafeína pode ajudar alguns pacientes POTS e piorar os sintomas em outros. Anedoticamente (apenas observando os pacientes), eu vi melhoria nos sintomas com a remoção de outros alimentos, tais como ovos e levedura, mas isso é em uma base individual e só pode ser determinada com uma dieta de eliminação.

Certas posturas podem ajudar a aliviar a tontura. Sente-se em cadeiras mais  baixas ou com os joelhos no peito. Ao ficar de pé, cruze as pernas e contraia os músculos das pernas. Quando estiver fazendo compras de supermercado, dobre para a frente e incline-se sobre o carrinho. Mesmo com todas essas intervenções, medicamentos de prescrição podem ser necessários em alguns casos.

O Papel do Glúten


Um estudo de 2014 mostrou que 56% das pessoas com doença celíaca têm alguma anormalidade no seu sistema nervoso autônomo. Assim, POTS e outros distúrbios autonômicos devem ser considerados se os sintomas continuam após o início de uma dieta sem glúten. Em meus pacientes, a remoção do glúten da dieta normalmente melhora os sintomas, mas não completamente.

Muitas questões permanecem sobre o papel do glúten em POTS. O glúten pode causar sintomas diretamente? Existem casos em que a eliminação do glúten resulta em remissão completa? O microbioma alterado na doença celíaca cria sintomas consistentes com POTS? Em caso afirmativo, certos probióticos poderiam ajudar? As outras sensibilidades alimentares desempenham um papel no POTS? Se pesquisas futuras encontrarem respostas para essas perguntas e outras, os resultados afetariam muitos pacientes.

Várias universidades agora têm centros dedicados ao tratamento de POTS e distúrbios do sistema nervoso relacionados. Para obter mais informações, visite o site Dysautonomia International .

Amy Burkhart, MD, RD, é  médica e um nutricionista. Ela é especialista em doença celíaca / sensibilidade ao glúten e medicina integrativa.

Fonte original:
htmlhttp://www.glutenfreeandmore.com/issues/20_4/Gluten-and-POTS-5225-1.html
http://dietasemgluten.blogspot.com.br/2017/05/gluten-e-pots-sindrome-da-taquicardia.html

Linfoma Cutâneo de Células T e Doença Celíaca

Linfoma Cutâneo De Células T E Doença Celíaca

Linfoma cutâneo de células T e Doença Celíaca
A denominação – linfomas cutâneos primários – designa um conjunto de linfomas malignos que se manifestam com lesões cutâneas e sem evidência de envolvimento extracutâneo.
Este caso foi classificado como linfoma cutâneo primário de células T.
A associação entre Doença Celíaca e determinados linfomas já há muito está estabelecida, sendo o linfoma de células T associado a enteropatia o modelo mais bem estudado. Pode-se mesmo afirmar que este tipo de linfoma é a principal neoplasia que acomete estes doentes. A Doença Celíaca é um distúrbio crônico relativamente comum, mas a relação exata entre esta doença e os outros tipos de linfoma está longe de ser totalmente compreendida.

Caso clínico
Doente de 51 anos, sexo feminino, raça caucasiana, com Doença Celíaca confirmada há um ano, observada no Serviço de Otorrinolaringologia do CHVN Gaia/Espinho em junho de 2006  por drenagem purulenta espontânea, abundante, pelo meato nasal médio direito. Apresentava ainda placa eritematosa, dolorosa e edematosa, de bordos irregulares e mal definidos com duas áreas centrais crostosas sugestivas de necrose ao nível da região malar direita com cerca de três meses de evolução.
Dado não se observar melhoria clínica após vários ciclos de antibioterapia, a doente foi então internada no referido serviço com suspeita clínica de sinusite maxilar complicada, tendo sido submetida a duas drenagens cirúrgicas. A tomografia computorizada realizada após a cirurgia mostrou o seio maxilar direito arejado com discreto espessamento da mucosa. A parede etmoidal e esfenoidal direita também estava espessada e observava-se edema das partes moles da hemiface direita.
O diagnóstico de doença celíaca tinha então sido confirmado um ano antes. A doente apresentava diarreia aquosa persistente, emagrecimento súbito de 10Kg (IMC de 15), fadiga, anemia e diminuição da densidade mineral óssea confirmada por osteodensitometria. A endoscopia digestiva alta e a colonoscopia foram normais, contudo a biopsia da segunda porção do duodeno mostrou hiperplasia das criptas e atrofia vilositária total. A serologia da doença celíaca foi fortemente positiva -IgA Antitransglutaminase de 35,3U e a videoendoscopia por cápsula mostrou alterações típicas de doença celíaca e ulceração no íleo distal Foi instituída dieta sem glúten e medicação com diminuição da frequência da diarreia e aumento de cerca de 2Kg de peso.

Por agravamento progressivo da lesão e persistência da má resposta aos antibióticos instituídos foi pedida colaboração de Dermatologia.
Na data da nossa observação, a doente apresentava placa eritemato-violácea de bordos mal definidos na região malar direita, com edema que se estendia até a pálpebra superior homolateral e dorso do nariz.
Efetuou-se o diagnóstico de linfoma cutâneo primário de células T periférico por exclusão dos outros tipos de linfoma cutâneo.
Durante o internamento verificou-se um agravamento progressivo da lesão cutânea com aumento da área de necrose, envolvimento da órbita direita e posteriormente da pálpebra esquerda, bem como desvio dos ossos próprios e tecidos moles do nariz.
A doente faleceu com múltiplas complicações médicas, ainda antes de ter iniciado tratamentos de radioterapia e/ou quimioterapia.
Um artigo recente mostra que o diagnóstico diferencial de alterações intestinais deve ser cuidadosamente abordado, uma vez que alterações não neoplásicas (doença celíaca, sprue refratário e infiltração reativa de células T) podem mimetizar linfomas T intestinais.
Um estudo com 11650 doentes (Smedby et al., 2005) pretendeu estimar a distribuição e o risco dos diferentes subtipos de linfomas na doença celíaca. Este foi o primeiro estudo em grande escala que demonstrou que a associação entre doença celíaca e linfomas malignos não se limita apenas ao linfoma intestinal, mas também inclui outros tipos de linfomas não-Hodgkin T e sobretudo B, fora do trato gastrointestinal. Pela primeira vez foi demonstrado que a doença celíaca está associada a uma grande variedade de linfomas malignos, e como tal pode ser um modelo do potencial linfomagênico associado à autoimunidade e à inflamação crônica.

Infelizmente a dieta sem glúten aconteceu tarde demais,  como eles citaram no artigo – “A biopsia da segunda porção do duodeno mostrou hiperplasia das criptas e atrofia vilositária total” – se ela havia iniciado a dieta há um ano, quanto tempo demorou o diagnóstico para resultar em “atrofia vilositária total” e  um linfoma? É uma perda que podia ter sido evitada se o diagnóstico de Doença Celíaca ocorresse precocemente!

FONTE: http://www.scielo.br/
http://celiacosumdiadecadavez.com.br

Biorressonância magnética-Vegatest - Para SGNC é uma boa opção

Começando por traduzir SGNC( Sensibilidade ao glúten não celíaca)


Muitas pessoas me perguntam se existe algum exame que diagnostique a sensibilidade ou intolerância ao glúten.

Não existem exames laboratoriais no momento que identifique,mas existe a opção deste exame excelente, porque já fiz e realmente recomendo para quem não está bem.

LEIA MAIS SOBRE ELE:


BIORRESSONÂNCIA- Análise Biofísica do Sistema Fisiológico CONHEÇA MAIS SOBRE O ASSUNTO Tem por base os conhecimentos advindos da Medicina Chinesa e da Homeopatia. Permite o "diálogo direto" com o organismo do paciente. Benefícios do exame: A importância do exame complementar, através do Vegatest, é que soma muitas informações individuais ao seu tratamento ou como a prevenção a sua condição de saúde atual Através dele são detectados: • Pequenas infestações parasitológicas, que na maioria das vezes não aparecem no exame de fezes tradicional e que merecem ser eliminados por medicamentos específicos e na dose adequada; • Alergias ambientais, como ácaros, mofo, tintas, etc... • Alimentos, corantes e aditivos químicos que lhe causam alergias, como também são responsáveis por boa parte dos distúrbios gastrointestinais, causados pelo efeito cumulativo destes alimentos, ou seja, de uso diário; • Quais e quantos metais pesados lhe causam intoxicação. Um organismo com intoxicação por metais pesados e deficiente de elementos químicos, está em desequilíbrio, propiciando um excelente habitat para fungos, vírus e bactérias causadores de doenças. Hoje cientificamente sabe-se que os metais tóxicos são causadores em 95%, como fatores desencadeantes da doença de Alzheimer. • Deficiência de vitaminas e sais minerais, que em algumas fases de sua vida estes elementos, dão início ao processo de deficiência dos mesmos. Exemplos: - A ingestão de leite de vaca, em muitas pessoas é a causa de alergias e enxaquecas; - A depressão pode estar relacionada à intoxicação por metais pesados, e ou à presença de parasitas intestinais; - A obesidade muitas vezes está relacionada à intolerância alimentar, presença de parasitas intestinais ou intoxicação por metais pesados. Trata-se de um exame muito útil, indolor, não invasivo confiável e feito no consultório pelo próprio médico, que assim poderá diagnosticar, tratar e prevenir muitas doenças de forma rápida e segura. É, portanto, um excelente método diagnóstico e terapêutico indispensável aos médicos que seguem a linha da Medicina Integrada (Convencional e Natural). - Histórico A eletroacupuntura de Voll teve seus primórdios por volta de 1953, na Alemanha, com os trabalhos do Dr.Reinhold Voll. Em 1951, o médico nipônico Yoshio Nakatani desenvolveu um estudo sobre os meridianos, tratando os limites de normalidade e diagnosticando como alteraçãoes simpáticas e parassimpáticas. Voll pesquisou durante anos, visando relacionar os Pontos de Acupuntura com os achados anatomo-patológicos e laboratoriais, de modo a obter um sistema de diagnóstico próprio. Com o auxílio das “Técnicas Eletrônicas de Regulação Bioenergética”, os fenômenos bioenergéticos do corpo como temperatura, resistência cutânea, campos de força podem ser medidos de forma objetiva e reprodutível. O que é bioressonância: Com o exame de bioressonância mede-se a capacidade de resposta do organismo a um estímulo. Os resultados obtidos geram as seguintes respostas: - distribuição total de energia do corpo - potencial regenerativo-adaptativo deste organismo - comportamento energético de cada um dos órgãos O pequeno estímulo elétrico é emitido abaixo dos limites biológicos, para não alterar o estado bioelétrico do corpo. Um organismo saudável estabiliza a leitura por evitar a entrada da carga de medição do corpo. Para que serve este exame? Para diagnosticar as possíveis reações causadas pelos alimentos. Estas reações podem estar desencadeando sintomas variados como: excesso de peso, compulsão alimentar, rinite e sinusite, tosse crônica, gases, má digestão, constipação, azia, problemas de pele como acne e pele seca, insônia, fadiga, falta de energia, enxaqueca, ansiedade, irritabilidade e outros. Como se faz o exame ? O vegatest possui um microamperímetro de alta sensibilidade e precisão, sendo capaz de detectar minúsculas alterações de energia corpórea. O vegatest é composto pelo aparelho de bioressonância, cabos, placa de eletrodo, caneta com ponta detectora e colméia onde são colocados os alimentos dinamizados para serem testados. Neste exame a pessoa é examinada através de pontos específicos nos dedos da mão, sendo testados os alimentos um a um na colméia do aparelho, observando a respectiva reação causada pelo alimento através da energia da pessoa examinada. O que preciso para fazer o exame ? O exame tem duração aproximada de 60 minutos, a pessoa deve estar na condição normal de saúde, ou seja, sem febre ou enxaqueca. Após a realização do exame, a pessoa receberá o laudo com os alimentos aos quais ela é reativa, nas categorias benéficos, moderados e evitados. Iniciando uma mudança alimentar, estamos valorizando a vida. O tempo em que o nutricionista servia para calcular a necessidade de energia e elaborar um cardápio equilibrado já passou. Isso já não basta, a nutrição hoje está em crescente evolução, pois os trabalhos que estão sendo feitos dentro da medicina preventiva, e porque não, curativa, estão provando cada dia mais que a alimentação desempenha um papel fundamental em nossa saúde e bem estar. Não se fala em saúde sem pensar no todo. • Se estou descontente com a minha pele, e os meus cabelos estão quebradiços e sem vida, isso é um problema de saúde. • Se toda a vez que saio do banho, me deprimo ao pensar que apenas a calça preta fica bem, isso é um problema de saúde. • Se passo durante 15 dias no mês irritada e compulsiva isso é um problema de saúde. • Se meu sono é interrompido muitas vezes pelo ronco é um problema de saúde. "SAUDE É A CONEXÃO REAL DA CRIATURA COM O CRIADOR""
Vejam vídeo : https://www.youtube.com/watch?v=CaKQFXCc8dA

Alguns médicos fazem com o aparelho de Aurímetro tb! Muito bom!

Eu fiz e descobri várias intolerâncias minhas.